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26 de mar de 2015

Raridade / old school

Zapeando em algumas lojas de bike aqui em poa, me deparei com esta belíssima Caloi Extra Light, totalmente original, o estado de conservação não  deprecia em nada esta linda bike!

A Extra Light foi um desenvolvimento do então (leia-se, anos 80' do século passado) fulgurante mercado das cross aros 20', então muito estimulado graças ao filme ET, de Steven Spielberg.

Nesta bici, apenas o quadro - se estou correto, era nacionalizado. Todo restante do equipamento vinha sob *importação - o que a tornava uma bici bastante cara, portanto, limitada às crianças da famílias mais abastadas da época. Porém, era um produto de muita qualidade.

*De maneira cruel, naqueles tempos do "Brasil grande", coisa gerada pelos milicos que governavam à época, acreditava-se que não precisávamos importar nada, numa política fiscal burra, arrecadatória e muito boa para a indústria nacional fechada, como era à época (grande parêntese: isso é meio louco, pois o tipo de política industrial da ditadura militar, anti comunista, era exatamente idêntica à dos países comunistas... louco, não é mesmo?!?!?!). Deste modo, o consumidor tinha que se resignar aos produtos nacionais (de qualidade limitada, para falar o mínimo) ou ao contrabando.

O resultado daquela política é que o país arrasta uma cultura avessa à concorrência e dependente do paternalismo estatal, até hoje. Vide a carga tributária sobre as peças e bicicletas... 


que bici bonita!



Até as luvas são as originais... não se encontra mais isso



Tradicional pneuzinho "borboleta"

25 de mar de 2015

Disco nas estradeiras

Segundo o Bike Radar, a UCI vai autorizar freios a disco nas competições de estrada, lá em 2017. Tambérm está sendo cogitado alterar a regras dos 6,8 Kg para o peso máximo das bicis...

Em que isto tudo impacta na minha vida de ciclista?? NADA!


24 de mar de 2015

Pedalar te aproxima da realidade

Esta foto foi batida hoje pela manhã, quando eu trafegava pela ciclovia da Av. Ipiranga, aqui em Porto Alegre. 

Parei para registrar isto, pois todo dia passo aqui e vejo (os que são socialmente marginalizados), e sinto (o cheiro podre, de merda mesmo, que se eleva do riacho), e fico imagiando como estas coisa podem passar desapercebida quando se está dentro de um automóvel fechado.

É, sentir o cheiro da bosta, da nossa bosta, me faz ter noção da responsabilidade do cidadão. Os outros, não sei, continuam lá do outro lado, engarrafados, nos seus carros bem fechados.

Tá vendo?? bem alí no meio?? é, é uma cabaninha...


3 de mar de 2015

Roots, bike Roots!

Umas das coisa que curto no pedal diário é quando consigo uma folga na correria e dou uma parada na oficina do Guilherme e Cia. 

Uma das coisas que mais me identificam com os rapazes é o fato de eles curtirem (muito) as boas bicis de cromo dos anos 90 do século passado. 

Entre estas, a preferência deles é clara quanto às Mtbs: GT! 





Esta GT está equipada com o que considero o mais bonito pedevela projetado pela shimano...


No que tange às speed´s, o requinte não fica atrás e o pessoal têm predileção pelas Bernardi. Esta é uma marca italiana, que não era top, mas apresentava uns quadros de cromo muito bons e a preços acessíveis no Paraguai naqueles tempos (ninguém tinha fundos para uma Bianchi ou similar, e o pessoal não confiava muito nas marcas americanas como a Trek que começavam a chegar no Brasil, a preços proibitivos)... por isso, muita gente ía até lá e voltava com um quadro destes debaixo do braço. Ainda se encontram alguns por ai, como se percebe pelas imagens a seguir.


Papai Noel mandou... para criancinha que se comportou!!


Recém chegada, esta Compass vai p/ montagem...





O acabamento nestas bicis, mesmo não sendo a 1ª linha italiana, surpreende e empolga!!




Masi algumas bicis da mesma marca, pendurada na parede, hehe



Gêmeas?!?!?