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15 de dez de 2015

À prova de chuva

Este é o primeiro da série de postagens reversas que pretendo editar. Vai aí o resultado final do processo de instalção de para lamas na minha GT.








14 de dez de 2015

Mais lenha na fogueira.

Do bikeradar, para os leitores construírem as suas próprias opiniões, os prós e contras das bicis de estrada com freio a disco equipando o pelotão pro:

""For disc brakes in the pro peloton
Paul Blackburn says, “If that's the way it's going then yeah. Everyone should move on from this subject it's getting boring.”
Simon Robinson: “Was there all this fuss when gear shifters moved from the down tube to the brake levers, or when people stopped taking the rear wheel out to swap it around to change gear? It's just the evolution of bikes.”
Mark Bonnes: “MTB's adopted disc brakes 20 years ago, even the lightest of XC race bikes have pretty much all been disc only for more than 10 years. Yes, rim brakes are still lighter, but if that's more important than performance, then you need your head examining!”

Paul Sturrock: “It’s a pointless discussion as the manufacturers will decide and leave the riders with no choice but to go along with it. I am sure the likes of Shimano & Sram will come out with road specific disc brakes and not use the mtb discs that they seem to be using at the moment.”
Chris Winder: “Anyone who's ridden a hydraulic disc equipped Mtb would vouch for the increased power, modulation and all-weather consistency. Once discs are standard on road bikes, the rims can be built lighter and that will offset any increased weight in the brakes themselves.”
Pete Jones: “Yes. The addition of disc brakes in the peloton will not only improve their performance on road bikes with smaller rotors but will help to improve the technology with frames too. Holding this back now only slows down progress.”
Henry Batten: “I moved to discs this year... Never looking back! 100% yes, why is it even a question?”


Against disc brakes
Rodney Koh: “Disc braked road bikes are certainly not necessary. But as a clever way to get us all to buy new bikes, allowing them in the pro peloton will surely create a demand for them among riding enthusiasts. I would probably succumb to the draw of disc equipped bikes. It's just that the UCI will need to come up with a set of standards that both the pro peloton and the market can adopt.”
Kris Coetzee: “Honestly, no. But bike part manufacturers need to make money somewhere, so why not make new disc road groupsets, which require new wheels, frames, etc... It's all about the money at the end of the day” 
(destaque meu)
Wayne Phillips: “No… for years progress was to make things as light as possible, disc brakes add weight, but do improve stopping power, ultimately resulting in "locking up" the wheel, rim brakes give more "feel" & control, so less likely to "lock up" the wheel, but it is also possible to "lock up" your wheel with a rim brake, if set up correctly with a good set of brake blocks. the limiting factor being "tyre grip" or traction with the road surface. You either skid or go over your handlebars with either brake system”
Wayne Wolfsbauer: “No, of course, they are not necessary - modern standard rim brakes are more than adequate and I have never seen a rim wear out - ever or actually ever met someone who has. But as people have said it's money and marketing driven even at the expense of practical function just like 11-speed clusters and chains - fragile weak or electric shifters expensive and solving a problem that doesn't exist.”
Darren Chapman: “No not necessary at all. However the manufacturers would like us to buy more bikes so it absolutely will happen.”
Jordan MacSween: “No. Pro's bikes are a shop front, though. Whatever the industry wants to flog and showcase will be garnished (in the highest level spec) on team bikes.”
Bob Corbishley: “I think you're all over thinking this. Reread the question- " are disc brakes necessary". The answer is no, of course not. Any type of brake which brings the bike safely to a stop will do. End of. Whether they are a better overall solution is entirely down to your own priorities.""
fonte:  David Arthur  / bikeradar

18 de set de 2015

Fizeram de novo

O recode de velocidade em veículo propelido por força humana foi novamente batido; desta vez a equipe canadense alcançou os 137,9Km/h

mais aqui

12 de ago de 2015

Bici nova para a Patroa!!

Fazia muito tempo que eu estava devendo uma bici decente para a minha esposa, mas que também pudesse ser utilizada pela minha filha mais velha.

Não foi fácil encontrar um modelo que satisfizesse todas as condições desejadas:

- boa     - fácil, mas o problema era o preço!!!

- bonita - opções houve, mas tinha que agradar o "cliente"

- barata - missão impossível... por pouco, só reformando uma Caloi Ceci ou assemelhada, mas não havia mais tempo para isto.

Contas feitas, modelo escolhido (a cor foi uma contingência do estoque), compra feita pela internet, restou aguardar a chegada da caixa.

Eu mesmo montei e regulei, sem dificuldade nenhuma. Taí!!!

Tem estilo, sim!!




Esse banco...


Detalhe que me "enganou": no site de compras, a bici era anunciada como "Aro 26" - o que era o meu desejo.

Mas, surpresa!!!, veja na foto acima, o tamanho "real" da roda / pneu. Já sei que vou ter uma certa dificuldade para repor os pneus, porém conto com a baixa quilometragem para manter os originais o maior tempo possível.


?Blitz!?

A bici é de uma marca "nacional", mas certamente vem pré montada da China. A qualidade esperada é a que se apresentou. Componentes simples mas robustos e eficazes para a proposta. O quadro é bem acabado, com soldas bem executadas nos tubos de aço.

Mais importante é que todo mundo ficou satisfeito com o produto!!!

É o apocalipse!!!

15 de mai de 2015

Tem que ter...

...culhões para ser ciclista neste país!!! Pelo jeito, a regra vale em outros lugares:

http://road.cc/content/news/151578-what-your-bike-needs-bike-balls


Pode não ser muito útil, mas é divertido, hehehehehe!!

12 de mai de 2015

Tem algum $$$ em caixa??

O chato de colecionar bikes é na hora de vendê-las... o mercado não dá nada por elas!!!

Em todo caso, procurando bem AQUI, tem alguma coisa que me cai no bol$o...

23 de abr de 2015

"Doutor, o transplante foi um sucesso!!"

Recapitulando...


Então, após ter a minha bicicleta de deslocamentos diários furtada, consegui esta aqui, mas nunca estive totalmente contente, apesar de haver apreciado muito a bici... ainda queria uma com garfo rígido, pois a suspensão dianteira original, deixava a direção pesada, pouco ágil, além de o troço já não dar mais no couro.

No final, uma boa bici estava sendo prejudicada pela idade avançada de um componente sem manutenção adequada.

Enfim, pesquisei bastante, até encontrei opções para repor aquela suspa por um garfo rígido decente. O site de compras era estrangeiro e praticamente havia fechado a compra, mas o cartão de crédito deu contra, tinha que liberar p/ compras no estrangeiro...

Então, caí em mim e pensei, "poxa, mas isso  vai cu$tar uma bici nova!!!"

Me dei conta que estava fugindo dos meu princípios (e necessidades) de manter os custos baixos e utilizar o máximo de recursos que eu já tivesse guardados em casa (ou seja, peças sobressalentes, antigas e etc).

Refuguei  a compra e fui atrás de alternativas.

Como já virou costume, o pessoal da bikeroorts tinha uma oferta especial me aguardando! A opção era um conjunto de quadro + garfo GT, anos 90' - uma Talera, com uma pintura muito bela. Acrescentou-se alguns items, como um guidão Tioga (que a oficina tinha p/ fornecer), um adaptador p/ mesa aheadset e a própria mesa - todos componentes que eu já possuía em casa.

Feito o negócio, apenas paguei o serviço da montagem, terminando com esta belezinha que segue abaixo.

Basicamente o que se fez foi a troca do conjunto quadro / garfo e cockpit. Os demais componentes já estavam na bici anterior.

(há umas outras alterações, mas serão abordadas oportunamente em outros tópicos).




Adaptações, adaptações


Errr... sim, é um canote amortecido

Posso colocar o que eu quiser nesse quadro...

"L" na minha bici

26 de mar de 2015

Raridade / old school

Zapeando em algumas lojas de bike aqui em poa, me deparei com esta belíssima Caloi Extra Light, totalmente original, o estado de conservação não  deprecia em nada esta linda bike!

A Extra Light foi um desenvolvimento do então (leia-se, anos 80' do século passado) fulgurante mercado das cross aros 20', então muito estimulado graças ao filme ET, de Steven Spielberg.

Nesta bici, apenas o quadro - se estou correto, era nacionalizado. Todo restante do equipamento vinha sob *importação - o que a tornava uma bici bastante cara, portanto, limitada às crianças da famílias mais abastadas da época. Porém, era um produto de muita qualidade.

*De maneira cruel, naqueles tempos do "Brasil grande", coisa gerada pelos milicos que governavam à época, acreditava-se que não precisávamos importar nada, numa política fiscal burra, arrecadatória e muito boa para a indústria nacional fechada, como era à época (grande parêntese: isso é meio louco, pois o tipo de política industrial da ditadura militar, anti comunista, era exatamente idêntica à dos países comunistas... louco, não é mesmo?!?!?!). Deste modo, o consumidor tinha que se resignar aos produtos nacionais (de qualidade limitada, para falar o mínimo) ou ao contrabando.

O resultado daquela política é que o país arrasta uma cultura avessa à concorrência e dependente do paternalismo estatal, até hoje. Vide a carga tributária sobre as peças e bicicletas... 


que bici bonita!



Até as luvas são as originais... não se encontra mais isso



Tradicional pneuzinho "borboleta"

25 de mar de 2015

Disco nas estradeiras

Segundo o Bike Radar, a UCI vai autorizar freios a disco nas competições de estrada, lá em 2017. Tambérm está sendo cogitado alterar a regras dos 6,8 Kg para o peso máximo das bicis...

Em que isto tudo impacta na minha vida de ciclista?? NADA!


24 de mar de 2015

Pedalar te aproxima da realidade

Esta foto foi batida hoje pela manhã, quando eu trafegava pela ciclovia da Av. Ipiranga, aqui em Porto Alegre. 

Parei para registrar isto, pois todo dia passo aqui e vejo (os que são socialmente marginalizados), e sinto (o cheiro podre, de merda mesmo, que se eleva do riacho), e fico imagiando como estas coisa podem passar desapercebida quando se está dentro de um automóvel fechado.

É, sentir o cheiro da bosta, da nossa bosta, me faz ter noção da responsabilidade do cidadão. Os outros, não sei, continuam lá do outro lado, engarrafados, nos seus carros bem fechados.

Tá vendo?? bem alí no meio?? é, é uma cabaninha...


3 de mar de 2015

Roots, bike Roots!

Umas das coisa que curto no pedal diário é quando consigo uma folga na correria e dou uma parada na oficina do Guilherme e Cia. 

Uma das coisas que mais me identificam com os rapazes é o fato de eles curtirem (muito) as boas bicis de cromo dos anos 90 do século passado. 

Entre estas, a preferência deles é clara quanto às Mtbs: GT! 





Esta GT está equipada com o que considero o mais bonito pedevela projetado pela shimano...


No que tange às speed´s, o requinte não fica atrás e o pessoal têm predileção pelas Bernardi. Esta é uma marca italiana, que não era top, mas apresentava uns quadros de cromo muito bons e a preços acessíveis no Paraguai naqueles tempos (ninguém tinha fundos para uma Bianchi ou similar, e o pessoal não confiava muito nas marcas americanas como a Trek que começavam a chegar no Brasil, a preços proibitivos)... por isso, muita gente ía até lá e voltava com um quadro destes debaixo do braço. Ainda se encontram alguns por ai, como se percebe pelas imagens a seguir.


Papai Noel mandou... para criancinha que se comportou!!


Recém chegada, esta Compass vai p/ montagem...





O acabamento nestas bicis, mesmo não sendo a 1ª linha italiana, surpreende e empolga!!




Masi algumas bicis da mesma marca, pendurada na parede, hehe



Gêmeas?!?!?

15 de jan de 2015

Reconstrução de um par de pedais Look / Parte I - Desmontagem



Já vai longe o tempo em que meu par de pedais Look deu problema. Depois de uns 5 anos de uso, algo estragou-se no interior de ambos os pedais, tornado impossível pedalar. Mesmo que os mesmos mantivessem-se "íntegros", por assim dizer - significando que nada caiu, nem nada soltou-se deles.

A solução imediata foi adquirir outro par novo, barato, para servir de "Backup" enquanto eu resolvia o que fazer. Assim comprei um par dos Shimano PD 520, para MTb. Bonzinhos porém, no pedalar, muito inferiores aos Look. Não adianta, cada ferramenta serve para uma finalidade e definitivamente estes pedais não caím bem na Estradeira.

O tempo foi passando e o "backup' foi ficando, ficando...

Então, um dia abri os pedais e descobri que a causa dos problemas eram os rolamentos, que haviam se esfarelado, de algum modo, no interior do corpo de ambos os pedais.

No primeiro momento pensei "Ih, ferrou... vão para o lixo!!" Mas, como bom reaproveitador que sou, deixei-os num canto para uma empreitada posterior. Remontei tudo, sem maiores cuidados (já que estariam fora de uso) e guardei.


Tá gastinho...

....muito gastinho!!
Finalmente juntei tempo suficiente para me dedicar a uma empreitada que não sabia muito bem se seria possível: reconstruir estes pedais. A incerteza advinha do fato de nunca haver conseguido procurar os rolamentos para reposição, assim nem sabia se existiriam no comércio.

Apenas imaginei que os (bons) projetistas da Look jamais utilizariam algum componente que fosse absolutamente exclusivo, impossível de ser reposto - o que parece ser a regra hoje em dia, uma vez que o objetivo dos fabricantes é te fazer comprar cada vez mais coisas, ao invés de conservá-las e/ou consertá-las.

Desmontei novamente e realizei uma completa limpeza das peças, até por que só consegui remover todos os cacos de rolamentos com esta limpeza - a graxa que havia no interior do pedal era muito viscosa e impedia a remoção de alguns pedaços de metal...

O corpo do pedal é um bloco forjado de alumínio, com única abertura sendo esta onde o eixo do pedal entra no corpo com todo equipamento montado nele mesmo.


O eixo é atarraxado pela peça plástica fica na sua extremidade, aí onde estão estes filetes, na boca da abertura


Bem lá no fundo, fica(va) alojado um rolamento do tipo "gaiola"/agulhas.

Estado em que encontrei os rolamentos do tipo agulha. Aqueles anéis alí faziam parte da calota externa, que envolve a "gaiola".

Tenha uma morsa sempre à mão. Morsa, o melhor amigo do ciclista faça você mesmo!!!

Feios, sujos e malvados.


Só utilizando a ponta do outro eixo consegui remover o rolamento engripado.

Estes aneizinhos de pressão podem te dar uma grande dor de cabeça...uma vez que são eles que mantém as peças presas ao eixo 




Bem, após o desmonte total dos eixos, pude tomar pé da real situação e constatar que, além dos pequenos rolamento tipo agulha - que ficavam na extremidade dos eixos, os rolamentos de esferas selados - os maiores, também estavam comprometidos, com uma folga e uma sensação de metal roçando contra metal que não era nada legal.

Fui em busca de reposições, uma vez que eram as únicas partes comprometidas. Numa manhã de folga, me dirigí à Av. Farrapos aqui em Porto Alegre, uma região notória pela variedade de lojas de autopeças e serviços pesados, onde certamente encontraria o que eu procurava...

(segue nos próximos dias)