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1 de ago de 2014

Vagamente inspirado - parte II

Progresso!!! finalmente!!!

Após a primeira etapa, consegui uma brecha na agenda e apliquei o fundo para metais. Até aqui, barbada. aproveitei para treinar a mão no manejo das latinhas de spray, força no dedo, velocidade dos movimentos e distância adequadas para se obter um recobrimento aceitável.


Tadaaam!! daqui, parece tudo legal!

Como primeira experiência em pintura caseira, já de cara consegui perceber por que se pinta em cabines de pintura (os profissionais, é claro...).

O clima melhor é o seco, não necessariamente muito quente, mas o dia deve estar bem seco. Pintar ao sol ajuda, mas pode atrapalhar, ofuscando e impedindo a vizualização de pequenas falhas.
Vento também atrapalha pacas! Empurrando a tinta para qualquer outro lugar diferente daquele para o qual você direcionou o jato... um saco!!

E, o grande segredo está, enfim, na mão do pintor. Treinar a mão e obter uma boa sincronicidade dos movimentos é essencial, indiferentemente da qualidade dos instrumentos que se tem.

A fonte do jato não deve estar nem perto demais, nem longe demais (pode-se obter alguns efeitos de pintura com este distanciamento, se for este o desejo); a velocidade do movimento da fonte deve ser constante, para depositar a mesma quantidade de tinta ao longo de toda peça. O dedo que aperta o botão do spray deve estar bem firme e acostumado à pressão... se o botão for fininho, logo começa a doer e cansar e você não consegue mais pintar direito.


mais perto
Mais progresso; depois de bem secas, as duas mãos de fundo, apliquei a lixa Nº 500, que serve para remover a microrugosidade da pintura, deixando a base com fundo muito lisa e pronta para se aplicar a tinta com cor.

Lembrete: antes de aplicar o fundo, lave muito bem as peças, com água e sabão, enxague bem e seque muito bem, de preferência ao sol.

O lado ruim de se fazer em casa...  escolhi mal o dia para aplicar a tinta, mas, como a agenda é curta, sobrou um tempinho, lá fui eu.

O que ocorreu, já na primeira mão, foi que a lona sobre a qual eu estava pintando, levantou -se com o vento o "lambeu" as peças ainda com tinta fresca... o que, a princípio não me pareceu sério, mostrou-se um desastre logo após. Tentei limpar a tinta da parte afetada, porém, descobri que uma camada leve do fundo se dissolvera em contato co a tinta, formado uma mistureba única de fundo cinza com a tinta automotiva!!

O resultado é que, esta parte ficou irrecuperável e a solução foi esperar secar, voltar a lixar para refazertsanto o fundo como a tinta. Veja abaixo


Já eras! Tem que ser tudo refeito. Tome lixa! (sim, o avanço tem um amassão...)

Aqui no guidão, idem

OK, tudo refeito, o que não foi fácil pois a tinta nova, mesmo depois de uns dois dias secando, continua um pouco "grudenta" ao ser lixada, consegui terminar a primeira mão de tinta.
Não sem ter rateado a mão, o que ocasionou esta meleca da foto abaixo:


Glub, glub...

Não adianta, este tipo de serviço tem que ser feito com calma. Me afobei e, na pressa, acabei errando a mão na distância na pintura do avanço. A tinta começou a escorrer, e, em desespero, tentei algo que deu certo: removi com muito cuidado e usando um pincel bem fino, deste escolares, aquelas gotas em excesso. Depois consegui, com uma camada bem sutil de tinta, homogeneizar a superfície. Ficou aceitável. 

Finaliza no próximo post.

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