Pesquisar este blog

Translate

17 de set de 2013

Novo recorde mundial

Foi batido o recorde mundial para bicicletas  reclinadas E carenadas. Uma equipe de holandeses obteve a incrível marca de 133,78 Km/h.

segue vídeo

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=GLqxDm3_GZY

9 de set de 2013

Dá para fazer em casa...

Taí mais uma ótima idéia que te salva em dia molhados, mesmo sem ter pára lamas instalados:

http://prollyisnotprobably.com/2013/09/save-your-ass/

O mais legal é que pode-se facilmente copiar o design e confeccionar o produto em casa mesmo, a partir de qualquer plástico plano e semi rígido. Às vezes me pergunto por que ainda pagamos por algumas coisas...

12 de ago de 2013

"Audax" transcontinental

Bah!! E o pessoal acha que PBP (Paris - Brest-Paris) é o que há em termos de longa distância!!

Este pessoal rodou de Londres à Istambul (2.980 Km) em menos de oito dias!!

9 de jul de 2013

Solução democrática

Desde que "pegou" a moda das bicis de aluguel, em todo mundo - inclusive aqui nos rincões de Poto Alegre, tomou força outro debate, sobre a necessidade ou obrigatoriedade de se fornecer aos locadores, capacete de proteção.

Entram aqui várias questões, como custos, higiene, e na ponta, a segurança dos ciclistas e a responsabilidade do poder público na estória toda.

Em Nova Iorque, um grupo de pessoas desenvolveu a solução, acompanhem:



18 de jun de 2013

Dicas da pista

O lado de dentro de uma curva sempre será o mais "limpo', enquanto que o de fora será o mais "sujo".

4 de jun de 2013

Sobre rodas aerodinâmicas

Lá vem os caras de novo...



Taí uma reportagem bem extensa e bem recheada de dados técnicos, bem do jeito que o consumidor ciclista aficcionado "informado e moderno" gosta... na medida para convencer qualquer um com $$$$ no bolso que ele não pode sobreviver sem aquele produto alí.

Quero deixar claro que não estou contestando qualidade nem mérito da engenharia e do design. Nem afirmo que o produto não funcione de fato, ou que seja um engodo. Cada um é livre para ter suas próprias opiniões e decidir onde enterrar o seu dinheiro. Exponho, apenas a minha visão e opinião sobre  o que leio.

Vamos aos fatos...

1 - O sítio é um entre os quais tenho mais consideração por aí, pela abrangência das notícias, cobertura das novidades e tals, porém continua dependendo dos seus anunciantes para sobreviver, e isso não é pouca coisa. Imagino quanto não devem ter recebido para "postar" a longa reportagem, o que significa que o articulista fica de mãos amarradas, né? Ou não, não sei - apenas especulando...

2 - Esta massa de informação técnica, contando inclusive com a citação de uma "equação-matemática-para-avaliar-o-desempenho-aerodinâmico-das-rodas" é muito útil, de fato - esclarece o quanto de trabalho o pessoal teve para desenvolver o novo produto e justifica os altos preços que vão cobrar das vítimas do marketing.

Mas identifico aí algumas "pegadinhas", tipo:

 - Adoram túnel de vento, mas esquece-se de informar que o ar, na rua - onde a maioria dos mortais (e também dos pros) pedala diariamente, seja qual fora  situação, ele não é homogêneo como numa situação de laboratório. Se pudéssemos, digamos assim, "enxergar" o ar ao nosso redor, ele se apresentaria como uma massa meio disforme, cheia de buracos e imperfeições, se movendo de modo aparentemente errático, mesmo que a massa como um todo se desloque numa única direção (o vento). Lembre-se sempre das distorções que o ar quente que sobe do asfalto geram na visão no horizonte.

Fiz esta volta para lembrar que os dados gerados situação de laboratório, apesar de cientificamente corretos, NUNCA são uma reprodução fiel do ambiente real.

- Outra sobre o túnel de vento. Acredito que soprar ar sobre um objeto parado não seja a mesma coisa que deslocar este objeto através de  ar no ambiente natural, seja parado, ou em movimento. Exemplifico: Imagine-se um projétil de arma de fogo. Imaginou este projétil sendo disparado por uma arma e atingindo um alvo, um corpo humano, digamos. Agora imagine-se este mesmo projétil parado, estático, e o mesmo corpo humano sendo arremessado de encontro ao projétil. Não sou cientista, mas parece que acontecem coisas diferentes, beeeem diferentes nos dois casos.

- Outra coisa, o percentil de importância do arrasto aerodinâmico das rodas (alí fala em 8% do conjunto bike + ciclista...) , considerado o conjunto bici + ciclista - vejam que aquela bela foto da bici no túnel de vento não tem nenhum cilista em cima.

- E a questão do pelotão? OK, se o ciclista só roda sozinho, a tal roda é a maravilha do século. Senão, e considerando-se ser uma roda "Top Top", o cara vai utilizá-la na competição, não é mesmo (no treino também, vá lá)? Portanto, vai rodar no pelote, a não ser que sejo "o cara". Nesta condição, a vantagem da aerodinâmica é nula e , portanto, perde-se.

Aqui um artigo que vai na mesma linha que explorei,  e mais este outro aqui.

- Outra coisa,  segundo me consta a UCI não admite recursos tais como carenagens de qualquer tipo na bici. Para mim, estas "fitas" que prendem no aro são, sim, carenagens. Não sei como fica isso legalmente.

Enfim, concordo com o artigo no sentido de que , se o cara tem a grana, se o cara tem as pernas (os testes do artigo prevêem um rendimento superior quando a velocidade for acima das 25 milhas /h - isso da mais que 30 km/h!!!!) e for triatleta, bom para ele adquirir um jogo destas rodas aí. E ainda por cima, via estar "na moda", já que a moda é o lance da aerodinâmica.

3 de jun de 2013

Precauções

Prezados leitores e visitantes, tendo recebido aviso de site perigoso ao acessar meu próprio blog, tive o cuidado de remover um link possivelmente distribuidor de  malware. Não era de meu conhecimento tal fato, portanto peço desculpas se o tal link possa ter causado algum desconforto.

29 de mai de 2013

Vida de ciclista

Documentário distribuído em episódios bem legal, sobre o ciclista australiano Shane Perkins

Parte 1, Parte 2, Parte 3

Acompanhe demais episódios aqui

9 de mai de 2013

Sem Carro Vassoura


O carro vassoura é aquela van que passa no final das competições importante, tipo volta da França ou da Itália, e passa recolhendo os ciclistas que excederam o tempo limite, ou ficaram muito para trás, assim por diante. Quem curte cinema / filmes vai se lembrar do desenho de animação "As bicicletas de Belleville" ou , no inglês The triplets of Belleville (recomendo...).

Passei um bom tempo sem pedalar esportivamente, definindo. Resolvi retomar a atividade no final de semana retrasado. Também resolvi que tinha que acompanhar alguém, para me estimular e para tirar uma média de como andava o meu condicionamento físico.

Tem um grupo cuja atividade sempre acompanho pelo blog, mas que nunca consegui / me planejei para acompanhar  no pedal:


Bom, despertador às 6:45, café, alonga, última revisada no equipo e pedal na estrada!
Cheguei ao local marcado uns 10 minutos antes, cumprimentei os que já estavam lá e pedi permissão para acompanhar o pessoal. 

Pelo que sempre li no blog, o treino era forte e sem "frescuras". Tive certeza disso ao observar e conversar com os outros ciclistas. O grupo é democrático, tem de tudo que é tipo de gente e não faz bico para novatos, como eu.

As bicicletas são diversas, algumas mais simples e mais gastas; outras mais sofisticadas, mas sem exageros. Ninguém fica alí babando equipamento, nem ninguém fica expondo equipamento. A galera vem pelo treino.

Aguardamos a chegada de alguns elementos chave e então partimos, uns 10 minutos após a hora combinada. No início, rodando sem esforço, mais parecia um passeio... saímos de Porto Alegre, passando pela divisa com o município de Cachoeirinha, o qual atravessamos em direção a estrada RS - 020. A esta altura já estava-se  pedalando num ritmo mais forte, mas nada surpreendente. 

O bicho pegou alguns Kms adiante, já com "estrada livre". Os cabeças do pelotão puxavam num ritmo bem forte e a média neste  momento era acima dos 40 Km/h (o que p/ o meu preparo é muuuuito forte!!!). Acompanhei  no ritmo até onde pude, mais ou menos uns 2/3 do trecho de ida (teria a volta ainda...).

A partir daí, deixei o meu próprio ritmo ditar a pedalada, visto que não havia a menor condição de recuperar posição  junto ao pelotão. Enfim, sobrei, como se diz!! ...e quem sobra, em  treino, fica por sua conta!! (sem carro vassoura!!!)

O que não significa que os colegas não dariam assistência, caso ocorresse algum infortúnio. Fato é que dariam assistência caso houvesse acompanhado o grupo. Sem problemas, não aconteceu nada, só fiquei muito desgastado fisicamente, seja por estar tanto tempo sem pedalar forte, seja por estar desacostumado a pedalar a minha estradeira, etc.

Enfim, após uma escalada sofrida na "serrinha" do trajeto, parei dei um descanso e retornei, tendo praticamente me arrastando nos Kms finais até a minha casa.

Pretendo voltar a acompanhar o pessoal. Mas, para tanto, vou ter que comer muito arroz e feijão ainda!!

"Para alcançar o topo, há que andar sob os pés de quem lá está hoje"




7 de mai de 2013

Desapegando da tecnologia


Desapeguei do meu ciclocomputador. Poisé, depois de muito considerar como acessório indispensável para a prática do ciclismo e, tendo o meu  parado de funcionar, desisti de comprar outro. Cheguei a pesquisar um modelo "mais avançado", mas sempre estive com aquela sensação do tipo "mas para que é mesmo???"...

insigth final veio no final de semana, enquanto estava pedalando. Percebi que os fatores que me interessavam naquela pedalada eram o tempo, o ritmo e o bem estar físico - guardadas as proporções aplicáveis a cada situação em particular. Me fez relembrar de tempos idos, quando tudo que eu tinha era a bici para pedalar e a estrada, um troço meio roots, por assim dizer.

Me lembrei de perceber coisas tais como acompanhar a própria sombra, o vento, o passar das coisas e pessoas, outros ciclistas -  refletindo a sensação da velocidade em que me encontrava;

O tempo decorrido me lembrou quando não havia (acesso a) tecnologia,  e pedalava-se pelo tempo: uma tarde, ida e volta até a cidade mais próxima, pois era o tempo de luz do dia no inverno, ou considerando a hora de sol mais intenso / mais brando durante o  verão...

Enfim, tchau ciclo!! (mas continuarei com o monitor cardíaco)

8 de abr de 2013

Controvérsias da tecnologia

Deu Cancellara na Paris - Robaix. Esse cara é f_b@!!!!!! Fora isto, me surpreende algumas configurações de bicis, tipo essa da galeria:

http://cdn.mos.bikeradar.com/images/news/2013/04/07/1365364830804-1q8z7k0tz8l-670-75.jpg

Não compreendo, os fabricantes vem vendendo o carbono como maravilha da absorção de vibrações, material mágico que transforma qualquer bici num sofá sobre rodas...no entanto, os pros vão colocando isso aí: peneuzão para conseguir deixar a  bici confortável!!

Com a palavra, a indústria!!


27 de mar de 2013

Mais falhas no equipamento

Os últimos 12(?) meses foram aqueles em que as falhas de material se concentraram, para a minha bici do dia a dia . Neste período, praticamente troquei todo o "cokpit" da bici!!(guidão, trocadores). Fora outras trocas de componentes, que pretendo relatar num artigo mais elaborado adiante...

Desta feita foi o meu avanço de direção que apresentou problemas. Já havia um tempo estava difícil obter um aperto aceitável da peça. Era ajustar para dois dias depois estar frouxo novamente... fora isto, um chato "nheco-nheco" ao rodar me deixava preocupado.

Consegui, finalmente, um espaço na agenda familiar para fazer uma desmontagem completa do avanço. A minha esperança era a de remover o mesmo, limpar, colocar uma graxa e tchau! 

Que nada, após um certo esforço para remover as peças - o que envolveu inclusive o uso de um martelo, veja só com o que dei de cara:


Que bonito, né??

E agora, José?
Como sempre, parti para a solução "Mc Guyver", mesmo por que era domingo e não havia a menor chance de encontrar uma loja de peças aberta...

A velha amiga, serra de arco, me salvou novamente...

Assim, serrei o mais alinhado e com o ângulo mais próximo possível ao original da peça... utilizei tão somente a serra de arco que aparece nas fotos. O comprimento da peça que sobrou foi o suficiente para o "conserto", mesmo sendo necessário deixar o avanço enfiado até o limite (ver foto...).

A peça inferior do parafuso se ajustaria razoavelmente

Assim ficou o "conserto": avanço no limite da capacidade do garfo

Então, com este conserto mais que provisório, voltei a rodar.

Não mais que uns quatro dias após, voltei a ouvir o chato "nheco nheco", só que pior ainda!!!
vejam só o final da novela, abaixo:

R.I.P.
Provavelmente, a série de esforços aliada a precariedade do conserto acabou comprometendo a funcionalidade da peça, resultando em esforços mal distribuídos e como consequência final, a ruptura da mesma.

Uma última tentativa foi canibalizar alguma peça que havia jogada na minha "caixa de mágicas" - basicamente o meu ferro velho particular de peças de bicicletas - não mostrado!!!

Havia este conjunto de avanço e adaptador que tinha antigamente na minha C12 e que era na medida 1'. Tentei mas não houve jeito... até que descobri que há variantes do formato 1' "standard". No caso, este conjunto que possuo tem medidas 22.2mm e o diâmetro interno do garfo onde deveria entrar a peça é de 21.1mm.

Finalmente, consegui ir até uma loja e adquirir um avanço idêntico ao original (também não mostrado aqui), não sem antes ter de suportar as porcarias que o vendedor tentou me vender!! Por que é tão difícil o pessoal lojista entender que as palavras AÇO e ALUMÍNIO são diferentes??

...não serviu




12 de mar de 2013

Cada povo tem o que merece!

E nós, brasileiros, nos queixando dos nossos políticos...

vejam só a pérola que um deputado americano foi capaz de excretar:

"You claim that it is environmentally friendly to ride a bike. But if I am not mistaken, a cyclists [sic] has an increased heart rate and respiration. That means that the act of riding a bike results in greater emissions of carbon dioxide from the rider. Since CO2 is deemed to be a greenhouse gas and a pollutant, bicyclists are actually polluting when they ride."

Não vou dar um tradução literal nem total, basta resumir que o cara afirma que os ciclistas, por fazerem um esforço físico, estão despejando mais CO² na atmosfera do que um motorista de automóvel (sic). E utilizou este argumento para justificar a criação de um imposto voltado aos ciclistas...

histórias referenciadas:



"Acredite, se quiser..."

26 de fev de 2013

Minhas bikes: Caloi 12 repaginada



Esta é a minha Caloi 12, ou o que sobrou dela... Ganhei esta bicicleta lá pelos idos de 1991/92 (tenho que verificar na NF...), tendo sido um presente de meus pais (como sempre). Infelizmente, me prover da melhor bicicleta que eles conheciam era a melhor e, para não dizer, única maneira que meus pais  conheciam para me incentivar num esporte com quase nenhuma expressão no nosso país.

Enfim, a Caloi 12 foi uma bicicleta representativa de uma mudança de rumos, tanto na indústria nacional como na minha vida ciclística. Esta foi, tanto para a Caloi quanto para mim mesmo a primeira "bicicleta de corrida", por assim dizer. Isso por que tratava-se de uma bicicleta com componentes "modernos", em pé de igualdade com  novidades do mercado estrangeiro, porém fazendo uso do velho e conhecido quadro de aço-carbono cachimbado (ou com luvas, como queiram...) da Caloi 10.

Então, para se ter idéia, esta bici vinha montada com um conjunto de transmissão Suntour Acushift - trocadores, câmbios traseiro e dianteiro indexados, pedevela 52/42  Sakae em alumínio, freios do tipo ferradura e manetes Dia-Compe também em alumínio, guidão Winpista (Japão...) em alumínio, canote em alumínio.

As rodas vinham com cubos japoneses Sansin, os quais mantenho até hoje em perfeito estado - já meti uns 50.000km neles... e aros Araya de 27 polegadas, com o tradicional pneu Pirelli Jet Caju.

Nossa! Para quem rodara a vida inteira em bicis do tipo Caloi10, ter uma "12" (o apelido popular lá em Erechim, minha terra natal) era um salto e tanto.

Me lembro até hoje, que antes de ter a minha, rodei alguns quarteirões com uma emprestada. A sensação, comparada à minha bike da época, era a de estar "flutuando". Não havia comparativos, era uma diferença muito grande, em todos os sentidos.

Então chegou a minha vez e ganhei esta bicicleta,  tamanho 56 - enorme para mim!!! a qual mantenho até hoje por razões sentimentais que não sei explicar. Eu já era um universitário, naquela época, e nunca consegui dedicar tempo a qualquer tipo de treinamento, apesar de haver desejado isso.

Tempos depois, tive uma queda e fiquei "de molho" por um longo período. Quando fui retornar aos pedais, qual surpresa!!! Haviam "depenado" a bike na garagem do edifício. Então fui ao Paraguai e providenciei as peças que haviam sido subtraidas com alguma coisa que fosse boa na época. Coloquei câmbios Shimano 105 e freios e pedivela Shimano RX 100 - componentes que também mantenho até hoje comigo.

O fato é que rodei muito com esta bike, nesta configuração, até que comecei a me dar conta que havia algo de errado na bici e então parti para uma bicicleta séria, o que vem a ser a minha atual bici estradeira.

Então, com os restos da 12, montei uma singlespeed, que me deu muitas satisfações, e me deixou com vontade de montar um single para rodar de vez em quando, mas este projeto é para o futuro.

Segue imagens da fase "singlespeed"

"Less is more"

Apesar do adesivo, o pessoal da Caloi  não escondeu a origem dos aros, ou seja,  o adesivo não está sobre a gravação original "Kimlin"



 

Este pedivela me foi emprestado por uns tempos, de uma MTB. Eram 48 dentes X 18 da catraca
Gabarito com parafusos e os suporte fixados
Depois desta configuração "single", decidi que gostaria de montar algo diferente, para rodar no dia a dia  da cidade sem perder desempenho - enfim, uma bike p/ "dar laço", sem preocupações com manutenção e etc, uma bici "backup".

Uma das coisas que me desgostava era  desempenho dos freios do tipo ferradura - a esta altura, já havia transposto as ferraduras RX 100 para a Estradeira, posteriormente substituídos por Campagnolos linkar..., então me sobrava um par de ferraduras Alhonga - é destas peças que falo.... Mas, disco não era opção (caros e adaptação difícil..) . Então parti para a opção cantilever / V-brake (espero que a Shimano não me processe, hehehe!!), a qual me proporcionaria melhor frenagem e um "look" interessante de bike touring / ciclocross. 

Comprei suportes para os freios, e estes ficaram um bom par de anos aguardando uma oportunidade para a adaptação, que foi feita pela Satti Soldas, aqui em Porto Alegre. Claro, eu mesmo providenciei um gabarito para a soldagem, conforme pode-se verioficar nestas fotos. Procurei uma colocação que permitisse cantilaver ou V-brake, tanto para aros 700 quanto os 27" originais.


Assim que se faz: tentativa e erro. Felizmente não faltou madeira!



O quadro, tal e qual o peguei na solda
O serviço de solda TIG foi muito bem feito. Tinha que dar algum acabamento...
Ainda com o meu gabarito

Esta simples solução de parafuso com três porcas, presos na furação original do quadro, me permitiu ajustar os suporte s exatamente aos 90º...



Equipamentos e materiais para a pintura:

- Parafusadeira
- Escova de aço
- Jornais
- Tinta spray, cor preto fosco
- Fita crepe fina.










Lixação com escova de aço e parafusadeira....
Aparência após escovar: tem que brilhar o aço!!
Não pode ficar nenhum ponto da solda sem trabalho

Pintando as partes soldadas

Uma fita crepe p/ não pegar tinta
Aparência após pintura: É apenas p/ proteção
Aparência geral do quadro

Meia montagem

Câmbio traseiro 105 90's - 8V

Testando a posição do cantilaver X aro 27'

Estes trocadores funcionam perfeitamente. Devo reconhecer que para andar na cidade, não são os mais adequados. Os estou usando na função simples, ou modo Fricção, pois não queria gastar com peças, leia-se, cubo/cassete,  p/ câmbio sincronizado.

O pedivela RX 100: ponta quadrada, muito durável. só tem uns riscos, mais nada. O coroão se foi. Só encontrei 53 dentes para repor.
Clica aí que você enxerga "Made in Japan"

No fim, a montagem me desgostou, em termos gerais... apesar de bastante veloz, a bici demonstrou ser muito pesada, grande e difícil de manobrar no trânsito do dia a dia - não entendo como pude rodar tanto tempo com esta bici, anteriormente a minha estradeira, sem me queixar!!!

Então deixei-a de lado. Atualmente está em fase de desmontagem e pretendo me desfazer ao menos deste quadro...








7 de fev de 2013

O que o seu dinheiro pode pagar

Taí um jogo de rodas que custa a bagatela de US$ 6.200 Isso lá fora... Aplique-se as conversões (câmbio dólar turismo do dia= R$ 2,06) e impostos escorchantes (aprox. um fator de 1,6 sobre a fatura...)  aos quais os cidadãos brasileiros estão obrigados pelo governo e tem-se a fábula de  R$ 20.435,20!!!

Bom, fora a tecnologia empregada, que deve ser de ponta, a exclusividade do produto e tudo mais... enfim fica a pergunta: essa roda aí faz o que (com todo respeito)??

5 de fev de 2013

Infra para ciclistas

A imagem abaixo ilustra a diferença no tratamento e inserção do modal bicicleta, relacionando um país onde a bici é levada sério - consequentemente a SEGURANÇA do ciclista, e, digamos, pensemos em qualquer lugar no nosso Brasil...

circular hovenring cyclist bridge by ipv delft
'circular hovenring cyclist bridge' by ipv delft by designboom.com




Trata-se de uma passagem de nível para os ciclistas, uma via elevada sobre a infra destinada aos automóveis - na Holanda, é lógico.

Mais fotos e reportagem em inglês aqui.

8 de jan de 2013

Vídeo "oldschool" bem legal

Era assim, nas antigas... com a diferença que não tínhamos nem capacetes, nem as bicis tipo BMX, que eram inacessíveis para a garotada da rua. então rolava monareta, berlineta...

Mas a pistinha, juro, tínhamos uma muito melhor que as do filme, os paredões então, eram uma beleza!! curtam: