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30 de out de 2010

Engenheiros suiços são melhores que os nossos

...Ao menos quando se trata de criar bicicletas melhores. Vejam só que coisa genial isto aqui.
Está tudo em alemão, mas pelas figuras dá para entender perfeitamente a simplicidade genial do projeto: 1) isolando a transmissão de qualquer  influência da sujeira externa; 2) Transmissão direta, ou seja, uma engrenagem à frente e outra atrás, ligadas pela corrente em linha absolutamente reta; 3) Acrescente um cubo de marchas palnetárias de última geração, no caso um Rohloff

Tudo isso somado a um quadro bem robusto e o que se tem é uma bike "manutenção zero", o sonho de muita gente.

Quanto será que custa???

29 de out de 2010

Review - capacete MET Forte

Bonito, não?!? E nem sou tricolor! Mas minha bike tem estas cores tbém. Tinha que combinar!
Devo ter comentado em algum outro lugar sobre o notável avanço dos acessórios para o ciclismo. Este caso não é excessão.

Comprei este capacete só na confiança, pois não havia experimentado nenhum desta marca até o momento. Avaliei muito o preço (esperei que baixasse em um nível menor do que outros produtos da mesma faixa de preço) e também o design - um dos fatores mais importante para mim, após a funcionalidade, claro.

...não, não é carbono, é só uma imitação!!
Fato é que o produto chegou e já de cara tive ótima impressão com o acabamento e a leveza que senti nas mãos, sem se traduzir em fragilidade.

O encaixe na cabeça é extremamente acurado, sendo regulado tanto pelas tiras quanto pelos dispositivos atrás da cabeça (ver próxima figura). Aliás, achei este sistema muito mais bonito e compacto do que aqueles modelos que usam um dial.


Dispositivo de ajuste fino, muito prático
No rodar, além da firmeza - o bixo nem se mexe da cabeça, sem ficar apertado, é notável  a leveza. No meu modelo anterior, parecia que tinha uma pedra solta amarrada na cabeça!! Apesar de não ter meios mais precisos de avaliar o desempenho aerodinâmico, me parece que este é bastante bom, pois não sinto resistência excessiva do vento e fica tudo muito bem ventilado.

Enfim, estou certo de haver adquirido um produto excelente, mesmo não sendo topo de linha, por um preço igualmente justo.

28 de out de 2010

Pacoteira II - conteúdos

Vejamos então o que chegou:

Capacete MET Forte

E mais:

Dir. p/ esq. - fita de aro Velox, par de pedais Welgo plataforma e blocagem control Tech
Mais adiante postarei sobre cada um deles...

Pacoteira!!

Que será que o carterio trouxe para mim?!?!?!?1
...pistas!!!

19 de out de 2010

"Tunando" um selim velho

Pois então, estava este selim da minha Caloi 12 rolando por aqui há um tempo. Resolvi que dava para "melhorar" ele, de alguma maneira.

Comecei removendo a capa de "couro" plástico e a camada de cerca de 1mm de espuma de borracha que vinha após - o elemento que dava "conforto" ao selim, originalmente.


O que apareceu foi isto aí: uma espécie de imitação plástica dos bancos confeccionados em couro, bem ao estilo Brooks.















Defini que não faria muito mais que modernizar o desenho do selim e, a partir daí, comecei os trabalhos.


Com uma caneta que pinta plástico, marquei uma nova linha de borda para o selim. A base foi a linha onde inicia a parte texturizada, no miolo da superfície do selim.













Então fiz o início do corte com um estilete. Infelizmente não tenho a foto desta etapa do trabalho. Foi necessário fazer uma saliência onde pudesse aplicar e firmar uma serrinha, destas para PVC, a qual foi operada com a mão mesmo - não com arco... Isso permitiu um melhor controle da serra ao seguir a linha curva que havia desenhado.

Após o serviço da serra, utilizei o estilete novamente, desta vez para remover as rebarbas. O acabamento final foi feito com uma lixa 120 para madeira, e o resultado é  o abaixo. Só se percebe algum defeito olhando muito de perto.












O resultado final é este aqui. Ficou muito melhor, ao menos no aspecto . Apesar do material plástico, o selim é confortável o suficiente para os tiros dentro da cidade, em distâncias curtas, até uns 10Km (ida e volta ao trabalho, dá 20KM, mas alternados...).


14 de out de 2010

13 de out de 2010

Competindo, de novo!!

Novamente me meti nessa, de correr. Desta vez foi aqui. Vou analisar o evento e depois a minha própria performance.

O Evento :

Primeiro, todos estão de parabéns por conseguir realizar o evento!! Agora, os fatos...

Achei que até o momento em que cheguei para a inscrição, na manhã do dia 12/10, cerca de 1:00 h antes da minha largada, estava tudo OK. Tive alguma divergência anterior com o pessoal da organização, no que tange ao circuito, mas preferi não me meter mais, afinal a prova era do pessoal da ACZS.  Me recolhi e acatei a intimação para estar lá, correndo!!

A divulgação foi boa, as informações completas e claras; no local, a infra estava OK - água no final, isolamento do trânsito, suporte, largada, etc.

A única falha e, que ao meu ver, atrapalhou a organização foi o fato de  os burocratas da EPTC não haverem liberado o circuito na sua integralidade. No fim, o pessoal da organização teve que recorrer a um "plano B" onde o circuito ficou reduzido em pelo menos uns 300 metros. Isso teve como consequência curvas muito fechadas, com a galera  toda embolada - o que diminuiria a segurança dos ciclistas, mas felizmente não houve nenhum incidente. Também faltou da parte da organização, ter em mãos os telefones dos responsáveis pela liberação, para dar uma pressão nas autoridades, afinal, ninguém nenhum político incompetente quer ver na manhã seguinte a notícia, no caderno de esportes "Prefeitura inepta frustra evento beneficente"...

Quanto a minha performance, posso classificá-la como medíocre, comparada ao desempenho de outros ciclistas da categoria "estreante" (tinha um pessoal bem profissional nessa categoria, hehehe!!!).

Mas, sinceramente, a minha batalha e contra eu mesmo, em princípio. Contra meu treinos sem regularidade, contra a falta de tempo, contra a inconstância, enfim todas estas desculpas que se encontra para estas horas.

Me preocupei, basicamente, em não me desgarrar do pelotão principal, o que foi impossível. Já na segunda volta estava "pingado" com outros dois ciclistas, o que me rendeu uma ótima diversão, já que ficamos alternando a liderança do mini-pelote, até que um deles ficou p/ trás e, mais perto do final , o outro disparou e não consdegui mais alcançá-lo. Além disso, procurei investir as minhas energias nas minhas vantagens, aproveitando-se do fato de haver muito vento na hora da prova. Como treino sempre sozinho, vento contra não me assusta e tenho habilidade em tratar com ele. Bastou reduzir a marcha e carregar no giro, e assim fui até o final, quando tomei uma volta do pelotão principal que vinha no sprint final.

Vamos aos números:

 - Distância - 22,63Km
  - Tempo - 43' 35"
  - Média - 31,1 Km/h
  - Máxima - 46,0 Km/h

Concluindo, quero correr mais um a prova até o final do ano e talvez participar de um Audax 200km. O objetivo para o próximo ano é correr uma série inteira num campeonato, de modo a acompanhar melhor a evolução. A meta, genérica, é aumentar esta média acima, dos 31Km/h para 33 Km/h

6 de out de 2010

Lixo

Ontem tive um princípio de pane mecânica no câmbio traseiro da minha bici de cidade. Ao cambiar, senti que a corrente não passava, numa sensação de "flutuar" sobre a catraca traseira. Tentei várias vezes, até me aperceber que havia algum elemento externo agindo na relação.

Então parei para verificar o que era: havia um pedaço de plástico enrolado na catraca, de tal modo que ficou impossível o encaixe da corrente nos dentes da mesma, resultando em "pulos" da corrente.

Enfim, tive que sujar as mãos para resolver tudo.

4 de out de 2010

Pérolas aos porcos...

Poisé, nós aqui no nosso, nessa merda "grande", "imenso" país, devemos ter por volta de uns 4 velódromos (em todo país!!!!).

A Argentina deve ter uma dúzia  tres dezenas deles, por isso têm um medalhista olímpico cuja fama no país portenho beira a mesma do Maradona...

Bom, nos Estados Unidos da América, eles podem se dar ao "luxo" ou fazer a burrice de abandonar uma pista.

O legal é que tem uma galera que tomou conta do lugar e estão recuperando a pista para uso.

Se fosse aqui, provelmente haveria algum tecnocrata espertalhão, ou cobrando ingresso (após a recuperação, é claro) ou expulsando todo mundo, para prover terrenos para programas habitacionais voltados à baixa renda, pois é isso que dá voto, não é??